Conan – o bárbaro (Conan – the barbarian) estreiou nos cinemas brasileiros dia 16 de setembro desse ano, e provavelmente ficará em cartaz só até o final da próxima semana.
Começo dizendo que esse é o tipo de filme que geralmente me agrada bastante, e não vou dizer que não gostei, o problema é que parece que eu já vi essa mesma história em outra produção, “O príncipe da Pérsia: as areias do tempo” e talvez por isso, “Conan – o bárbaro” ficou meio previsível de mais, pelo menos pra mim.
A história é focada na busca do cimério Conan (Jason Momoa) pelo assassino de seu pai, Khalar Zim (Stephen Lang). Durante sua procura, ele conhece a sacerdotiza Tamara (Rachel Nichols) que está sendo perseguida por Khalar, pois ele precisa de seu sangue puro para reviver sua falecida mulher com a ajuda de sua filha Marique (Rose McGowan), feiticeira pra lá de caricaturada.
Como eu disse, o roteiro não é de todo ruim, mas tem muitas semelhanças com “O Príncipe da Pérsia”, por exemplo: ambos os filmes contam a história de jovens que procuram vingar a morte de seus pais, esbarram com sacerdotizas no meio do caminho (até o nome das personagens são parecidos, Tamara e Tamina), ambos são ajudados por ladrões e em Conan também podemos assistir a uma cena de luta com direito a parkour. Não sei se foi implicancia minha, mas achei muito parecido mesmo. *spoiler* Se Conan soltasse Tamara naquela cena final, do jeito como Dastan soltou Tamina (sem querer, but...) eu ia ter certeza que o roteirista adorou o enredo do outro filme e se baseou nele para criar o seu XD
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